ser livro para viver incontáveis vezes

É, o Instagram acabou!

Meu título melodramático tem razão: como eu adiantei no Fio Condutor desse mês de agosto, o Instagram, tal qual o conhecíamos, acabou.

Por mais que a nostalgia e a saudade impere nos usuários, quem manda no sistema é o capitalismo e o Instagram já deixou claro que ele não vai insistir em fotos quando os vídeos são a hype do momento. Em outras palavras, porque o TikTok desbancou todas as redes sociais e a Meta, empresa detentora da santíssima trindade Facebook-Instagram-WhastApp, não aceita ser a segunda, terceira e quarta (e ainda tem o Twitter nesse rolê).

Quando vi mensagens sobre a campanha iniciada por Tati Bruening, do @illumitati, Make Instagram, Instagram Again, para que a plataforma voltasse a ser focada em fotografias, a resposta do Instagram foi um sonoro: nós não estamos nem aí para o que os usuários acham. As pessoas podem até acreditar que o fato do Instagram ter “desistido” do feed copiado do TikTok foi uma vitória, mas foi mais como colocar mel num remédio de gosto ruim: precisaremos engolir as mudanças mais relevantes, como o foco do algoritmo em vídeos, de todo jeito.

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